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General Fraser diz que a capacidade do porto do Haiti foi ampliada

O general Douglas Fraser (esq.), comandante do Comando Sul dos EUA, fala com o general P.K. Keen, comandante da Força Conjunta no Haiti, no Aeroporto Internacional Toussaint Louverture, em Porto Príncipe, capital do país. Foto: Especialista em Comunicação Social sargento Laura A. Moore

01/29/2010 01:24 PM EDT

Por Jim Garamone, Serviço de Imprensa das Forças Americanas

WASHINGTON – Continuam a melhorar a cada dia as condições de Porto Príncipe, Haiti, cidade devastada pelo terremoto, mas o povo ainda está muito necessitado, disse hoje o comandante do Comando Sul dos Estados Unidos (USSOUTHCOM).

O general da Força Aérea Douglas Fraser também disse que os militares abriram um porto que está trazendo cerca de 200 contâineres por dia, e que ele espera que essa capacidade seja duplicada nas próximas semanas.

O Comando Sul está encarregado do esforço de resposta humanitária dos EUA no Haiti.

Os Estados Unidos têm agora mais de 20 mil membros de serviço no Haiti e em seus arredores; 6 mil em terra e o restante em navios na costa, disse Fraser.
“Entretanto esses números refletem apenas os homens e mulheres que estão realmente no local”, acrescentou Fraser em uma vídeoteleconferência de sua sede em Miami. “Há grandes atuações acontecendo no Comando de Transporte e no Departamento de Defesa para apoiar esses esforços, os quais atuam externamente e não no local”.

Vinte e três navios, mais de 60 helicópteros e mais de 30 aeronaves de asas fixas estão na região, disse o general. Enquanto isso, disse ele, a demanda por pistas no Aeroporto Internacional Toussaint L’Overture, em Porto Príncipe, capital haitiana, começou a diminuir.

“A demanda agora caiu cerca de 20% do que era”, Fraser disse. “Mal suportamos, então, cem voos diários para o aeroporto e outros 80 ou 100 voos de helicópteros entrando e saindo enquanto atuamos”.

O porto de Porto Príncipe sofreu sérios danos com o terremoto de 12 de janeiro, e mais avarias vieram com os tremores que ainda acontecem. “O porto está operando, com capacidade para no máximo 200 contâineres por dias”, disse Fraser.

Um pier que o comando usaria sofreu mais danos e agora está inutilizável, informou Fraser. “Então estamos nos expandindo para alguns dos outros portos aqui na região de Porto Príncipe para ver o que podemos fazer”.

Os cuidados médicos continuam a ser a prioridade dos Estados Unidos. Equipes médicas a bordo do USNS Comfort, um navio-hospital com base em Baltimore, atenderam mais de 3 mil pacientes desde a sua chegada. Tripulações de outros navios – o porta-aviões USS Vinson e navios anfíbios como o USS Bataan e o USS Nassau – também tratam de um número significativo de pacientes.

Ainda assim, é preciso mais espaço em hospitais, disse o general.

“Uma das coisas que estamos tentando melhorar é a capacidade de recuperação de pacientes”, disse Fraser. “Não temos capacidade suficiente, com os hospitais cheios, por isso a força tarefa conjunta está trabalhando ativamente para criar essas condições”.

Aquela unidade hospitalar abrigará entre 3 e 5 mil pacientes, e será construída em um terreno de 160,000 m2 em Porto Príncipe.

Comentários

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Cadichon Jean Patrick on 02-09-2010 at 9:05 am writes:

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