A força tarefa conjunta da Nigéria patrulha os riachos de Bodo, na região de Ogoniland, estado de rivers, em abril de 2011.

Aumenta a capacidade maritima da Nigeria

DIÁLOGO/U.S. Africa Command/Agence France-Presse
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A Força Tarefa Conjunta da Nigéria patrulha os riachos de Bodo, na região de Ogoniland, estado de rivers, em abril de 2011. O exército tem intensificado a segurança na região petrolífera do Delta do Níger para impedir que vândalos atinjam os oleodutos.

O programa Sistema Sensorial Maritímo Regional (Regional Maritime Awareness Capability ou RMAC) foi implementado para combater a pirataria de petróleo e outros crimes. Trata-se de um sistema de vigilância costeira que usa uma tecnologia de identificação automática, além de radares e sensores terrestres, para monitorar o tráfego marítimo. O programa recebeu assistência técnica dos Departamentos de Defesa e de Estado dos EUA.

O RMAC é gerenciado pela Marinha da Nigéria e pela Agência Nigeriana de Administração e Segurança Marítima (NIMASA), equivalente a uma guarda costeira no país.

Existem duas bases do RMAC na Nigéria, uma no Comando naval ocidental, em Lagos, e outra no Comando naval oriental, na ilha de bonny. Quando a NIMASA detecta embarcações suspeitas, ajuda a despachar patrulhas da marinha para as investigações. Um terceiro RMAC foi proposto para a Base Operacional Avançada da Marinha da Nigéria, em ibaka, perto da fronteira com Camarões.

São Tomé e Príncipe também têm um sistema de RMAC, sendo que os dados são compartilhados entre os dois países. Para melhorar a coordenação da segurança marítima, a meta é que essas informações estejam disponíveis primeiro regionalmente e, em seguida, internacionalmente.

 

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